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  • Paula Caputo

E OS NAMORADINHOS?



“E os namoradinhos?” – Você já ouviu essa pergunta ou variações dela, não é mesmo?



A maioria das pessoas se acostumou com o CkeckList da vida: crescer, se desenvolver, ter uma formação, trabalhar, casar, carros, casa, filhos, carro maior, casa na praia, férias não sei onde e por aí vai. Essa lista costuma aparecer nas festas de família, quando sua tia pergunta dos namoradinhos ou sobre os filhos ou próximos filhos.


Já notou que ninguém pergunta se você É ou ESTÁ FELIZ?


Isso acontece por que esse é o CERTO para elas, ou seja, as regras que foram apresentadas para essas pessoas e elas NÃO ousam questionar.


Mas, você é diferente. CALMA, não tem nada de errado com você, nem com essas pessoas – apenas desejamos coisas diferentes e, #TATUDOBEM, não tem certo nem errado – apenas aquilo que faz sentido para cada um e está alinhado com os seus valores.


Quando você está consciente das suas escolhas e opta por levar a sua vida alinhada com a sua essência, do seu jeitinho, ouvir sua tia perguntar sobre “o namoradinho ou sobre os futuros filhos” pode se tornar o ponto alto da alegria e risadas dessas festas, provavelmente, as pessoas irão se surpreender com seu despojamento e respostas criativas e, até mesmo, se juntarem a você para rir da situação descontraidamente.


Mas, para chegar nesse ponto de descontração você precisa saber quais são os valores que norteiam sua vida.


Valores nada mais são do que emoções e sentimentos (uma espécie de GPS) que determinam suas escolhas. Dificilmente, você irá escolher algo que não está alinhado com o que acredita, por exemplo, se para você "a família" é um valor importante, ir contra o que sua família acredita será muito dolorido, pois fere esse seu valor, mesmo que sua escolha seja referente apenas a você, a sua vida.


O que justifica tantas questões de sexualidade mal resolvidas, pois além de preconceito, ainda temos as tradições e crenças familiares pesando nessas decisões.


Mas, é possível se livrar do peso e da culpa e, ainda, ter uma vida leve e com o despojamento que você deseja, sem romper laços com aqueles que ama e são tão importantes na sua vida.


Não, não é milagre, é quebra de paradigma – desbloqueio de crenças. Quando resinificamos o seu modo de pensar, substituímos uma crença negativa por uma incentivadora e positiva, fazendo aumentar sua qualidade de vida nas diferentes áreas, relacionamento, profissional, familiar, espiritual – O modo como você faz algo, é o modo como você faz tudo na sua vida.


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Agora, me conta, qual a história de vida que você quer contar?


*Artigo originalmente publicado na Revista Statto em 02 de julho. Disponível em: https://revistastatto.com.br/bem-estar/razoes-de-viver/e-os-namoradinhos/

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